16 de novembro de 2015

CAIXA DE CORREIO #223



Boa noite, pessoal!

Estou atrasada com o post da CAIXA DE CORREIO, mas vamos que vamos ^^

CORTESIAS:



- A TEIA DA ARANHA, OS 4 GRANDES e E NÃO SOBROU NENHUM E OUTRAS PEÇAS – Agatha Christie (Ed. L&PM). Não nego, os livros da AGATHA são os que mais aguardo receber. AMO de paixão e fico em êxtase quando essas belezinhas de bolso aparecem por aqui. ^^ Minha coleção está quase completa \o/


COMPRAS:
Estou economizando todos os centavos do mundo para poder comprar o restante das coisas que faltam para minha mudança, mas vez ou outra aparecem coisas irresistíveis, foi o caso dos filmes e seriado abaixo:




- TERMINATOR: AS CRÔNICAS DE SARAH CONNOR. Sempre vi por preço absurdo essa 2ª temporada, mas consegui achá-la lacrada por um valor bacanudo e peguei para minha coleção de séries.
- SONÂMBULOS e OLHOS DE GATOS, mais dois para minha coleção do mestre KING! Eu ainda hei de completar <3
- DIÁRIO DE UM ADOLESCENTE foi um filme que marcou minha adolescência e até pouco tempo atrás eu tinha ele em VHS ainda. Fiquei mega feliz de saber que agora tenho essa jóia na minha coleção de DVDs.

E falando em DVDs, já deram uma olhada na quantidade de filmes que coloquei à venda lá no blog? São muuuuitos. Confiram!



LI NA SEMANA QUE PASSOU:
Semana passada li 3 livros:



1.     DETALHE FINAL –  Harlan Coben (Ed. Arqueiro)
NOTA NO SKOOB: 3 estrelas
Segunda e terça li DETALHE FINAL. Primeira vez que demorei mais de um dia para ler um livro do COBEN. Motivo: chato! Só digo isso. Todas as demais razões vocês podem conferir na resenha, AQUI.

2.     SR. HOLMES – Mitch Cullin (Ed. Intrínseca).
NOTA NO SKOOB: 5 estrelas
Quarta e quinta li esse livro absolutamente fantástico da INTRÍNSECA que enfim fez eu gostar de Sherlock. Se o personagem tivesse sido criado por CULLIN desde o início, certeza que eu seria fã. A resenha vocês podem conferir AQUI.

3.     AMOR AMARGO – Jennifer Brown (Ed. Gutenberg).
NOTA NO SKOOB: 3 estrelas
Na sexta conferi AMOR AMARGO, da aclamada Jennifer Brown. Gostei, mas confesso que, pelo tanto que a autora é elogiada, esperava mais. Esperava algo mais elaborado, denso, cruel, e intenso. Mas na quarta vocês poderão conferir a resenha e tudo que achei desse livro.

E vocês, o que andaram lendo na semana que passou?






13 de novembro de 2015

RESENHA: SR. HOLMES - Mitch Cullin (Ed. Intrínseca)



Oi, gentes!

Vou terminar a semana falando de um livro que surpreendentemente eu AMEI: SR. HOLMES do MITCH CULLIN, lançado pela editora INTRÍNSECA.

Sr. Holmes SR. HOLMES
MITCH CULLIN
Editora: INTRÍNSECA              
Ano: 2015
Nº págs: 240
Gênero: Suspense, Drama

SINOPSE: Aposentado há décadas, Sherlock Holmes mora numa fazenda em Sussex, onde cria abelhas com a ajuda de Roger, o filho da empregada. Além do apiário, o velho detetive gosta de passar o tempo relembrando casos memoráveis, que ele registra diligentemente em um diário. Com isso, tenta juntar os fragmentos remotos de uma de suas aventuras mais marcantes, ocorrida há mais de cinquenta anos. Empenhado nessa empreitada, Holmes embarca em uma viagem rumo ao Japão do pós-guerra e acaba se deparando com um novo mistério: descobrir o destino do pai de seu anfitrião no país, Sr. Umezaki. Enquanto isso, na Inglaterra, Roger explora o escritório do ilustre detetive e lê avidamente seu diário, na tentativa de entender a mente e o coração de um homem tão único. Intercalando lembranças de relacionamentos importantes que Holmes teve ao longo da vida, seus casos de amor, as amizades e um inesperado sentimento paternal, o romance de Mitch Cullin explora o lado humano de um Sherlock Holmes colocado diante dos surpreendentes mistérios da vida e da morte, sobre os quais ele ainda não tem a menor pista. Reflexões que, na voz de Holmes, mostram o efeito indelével que o envelhecimento exerce sobre o modo como enxergamos o mundo.

Não é novidade para vocês que ODEIO Sherlock. Sim, é a pura verdade. Odeio seu jeito arrogante, suas ideias prepotentes, seu sarcasmo e tudo mais. Odeio também o fato de DOYLE escrever as aventuras do detetive de uma forma que só ele e mais ninguém consiga chegar a solução. É muito fácil dar pistas parcas e depois dizer que o personagem é o gênio da situação ¬¬.

Claro que vocês devem estar pensando na razão de eu ter solicitado SR. HOLMES se odeio tanto o personagem. A capa, claro! Gente, pelo amor de tudo no mundo!, como eu, uma reles mortal, poderia resistir a um livro com Ian McKellen na capa? IMPOSSÍVEL! Pois é, o livro será adaptado e com certeza irei conferi-lo, mas não podia deixar de ler a história antes, e sim, estava disposta a aguentar a arrogância do personagem, só que...

Puta merda! Alguém me abana! Se MITCH CULLIN tivesse dado vida ao famoso detetive, com certeza eu não teria um desdém tão grande pelo personagem, isso porque em SR. HOLMES Sherlock esqueceu de sua arrogância e metidez, e passou a ser um senhorzinho super bacanudo que cuida de abelhas e rememora seus tempos de glória.

SR. HOLMES é uma leitura deliciosa, primeiro porque nos coloca frente ao que aconteceu com Holmes e como ele passa sua velhice, ao mesmo tempo em que vai lembrando de um casinho aqui e outro ali. Adorei a forma como ele retratou Watson, dando ao parceiro os louros por suas narrativas. Foi gratificante ver, ao menos uma vez, um Holmes se comportando de forma comum e não como um idiota boçal. O mais interessante no livro é que temos duas vertentes na narrativa. A primeira em que o famoso personagem, aos 93 anos, conta sobre seu presente, mas relembra suas histórias, principalmente a do Japão; e a segunda, em que o jovem que vive em sua propriedade encontra uma história inedita de Holmes que causou a ele certa estranheza nos fatos. Essa história foi algo fenomenal! Ela começou com um tom meio sombrio, querendo dar margem para o sobrenatural, mas sabemos que em livros policiais isso tende logo a ser derrubado e o equivoco provado, e foi o que Holmes fez nesse conto dentro do livro.


Tudo, absolutamente TUDO em SR. HOLMES foi divino e perfeito! Estou em êxtase com esse livro. Sim, talvez ver Ian na capa tenha me feito imaginar o egocêntrico personagem de outra forma, mas, ainda bem, pois assim, pelo menos uma vez na vida, fiquei satisfeitíssima ao ter contato com uma obra que fala do Holmes. Livro magníifico! A INTRÍNSECA sempre acertando e matando a pau com esses lançamentos <3

 

12 de novembro de 2015

RESENHA: A CHAVE DO CÉU - James Frey e Nils Johnson-Shelton (Ed. Intrínseca)



Oi, gente!

A resenha de hoje é de um livro que me deixou “embananada”. Estou falando de ENDGAME: A CHAVE DO CÉU, segundo volume da trilogia escrita pelos autores JAMES FREY e NILS JOHNSON-SHELTON, lançado pela editora INTRÍNSECA.

Endgame - A Chave do CéuENDGAME: A CHAVE DO CÉU (vol.2)
JAMES FREY e NILS JOHNSON-SHELTON
Série: ENDGAME
Editora: INTRÍNSECA              
Ano: 2015
Nº págs: 512
Gênero: Distopia

SINOPSE: O Jogo que definirá o futuro do planeta ganha um novo e eletrizante capítulo. No primeiro volume da série, O Chamado, conhecemos os doze Jogadores: seus medos, ensinamentos e o desejo implacável pela vitória. Na busca pela primeira chave, alianças foram sacramentadas, segredos foram revelados e a morte inevitável chegou para alguns. Mas o Jogo continua, e agora os nove Jogadores remanescentes precisarão ser mais ágeis, inteligentes e cruéis, se quiserem salvar suas linhagens e a si mesmos. A Chave do Céu — onde quer que esteja, o que quer que seja — é a próxima meta. E nada será capaz de deter os Jogadores. 

Será um tanto complicado falar desse livro, pois o primeiro volume me fez ir às alturas. Quem acompanha o blog sabe que tenho a intenção de abandonar a literatura jovem, contudo, distopia sempre é uma exceção, pois é um gênero que adoro e nunca me canso. Por ter idolatrado o primeiro livro, aguardei MUITO ansiosa por essa continuação, mas quando comecei A CHAVE DO CÉU, algo da magia do primeiro livro se partiu...

O motivo foi um só: minha falta de memória! Acompanho várias e várias séries literárias, e às vezes é, sim, difícil lembrar um ou outro detalhe, o problema aqui é que não foram os detalhes que me fugiram, foi praticamente tudo! Tive a sensação de ler um livro fora de ordem, pois parecia que estava vivenciando algo completamente inédito! O começo foi bastante confuso, pois os personagens apareciam e eu não lembrava quem era quem, quem estava vivo, quem tinha morrido, a ligação que o morto tinha com o personagem que estava em voga, como tinha acontecido a morte... Também não lembrei dos personagens vivos, quem era quem, quem pertencia a qual grupo, quem tinha determinados objetivos, habilidades, formas de jogar. Sério, eu fiquei MUITO confusa com essa leitura. E isso acabou acarretando em uma enorme lentidão para que eu a concluísse, afinal, parecia que eu lia várias e várias páginas e a história não fazia sentido para mim! O que eu lembrava do primeiro livro era apenas que tinha sido foda e sensacional.

Na metade de A CHAVE DO CÉU, resolvi deixar de lado o que não lembrava e mergulhar na leitura, sem me importar com o que tinha deixado para trás. Fez falta? Fez sim, e muita, mas depois de ter relaxado consegui aproveitar mais a história, e a dificuldade em prosseguir com as páginas acabou. Mesmo porque, os autores capricham no quesito narrativa, e ela é bastante dinâmica. Apesar de o livro ser um tanto quanto volumoso, por ser bastante interessante, abordar importantes questões e ressaltar vários aspectos e pontos da história da humanidade, ele é um livro possível de se ler em um dia. Creio que se tivesse feito a leitura logo após o primeiro o teria devorado em poucas horas, afinal, muito de O CHAMADO se perdeu em minha memória, mas a sensação de prazer que a leitura me proporcionou na época eu não esqueci.

Um aspecto que devo ressaltar é a violência. Também lembro dela do primeiro livro e aqui não foi diferente. São cenas de ação que surpreendem e chocam ao mesmo tempo, e, confesso, minhas partes preferidas, assim como as que envolveram a CIA (é, eu adoro essa coisa governamental das distopias).

Como relatei a vocês, fiquei muito perdida em relação aos personagens, mas sei dizer que Sarah foi CHA-TA. E aí me impressionei, pois fui reler a resenha do primeiro livro e vi que eu tinha passado por altos e baixos com a personagem, mas que havia gostado dela... Bem, se gostei antes, desgostei agora, o menina cheia de mimimi, affff. Ela cometeu um ato horrível, e só relembrei do que foi de tanto que ela falou disso e deixou que influenciasse sua vida. Menininha foi um porre!


Apesar de minha dificuldade com a leitura, sou obrigada a dizer que essa sequência foi ótima, e que acho uma lástima não ter tido tempo para reler o primeiro livro. Sem dúvida irei fazer isso quando a série chegar ao fim, pois até lá, com certeza, terei me perdido novamente em meio de tantos personagens e povos. Mas leiam! Leiam na sequência! Vocês vão vibrar enlouquecidamente.


11 de novembro de 2015

RESENHA: DETALHE FINAL - Harlan Coben (Ed. Arqueiro)



Boa noite, pessoal!

Gostaria de começar esse post dizendo que a resenha de hoje é de mais um livro do meu queridinho HARLAN COBEN, porém, apesar de COBEN ser um querido, DETALHE FINAL, novo lançamento da ARQUEIRO, foi o PIOR livro que já li dele. Motivo: repeteco, repeteco, repeteco.

Detalhe FinalDETALHE FINAL
HARLAN COBEN
Série: Myron Bolitar
Editora: ARQUEIRO              
Ano: 201
Nº págs: 304
Gênero: Policial, Suspense

SINOPSE: O agente esportivo – e detetive ocasional – Myron Bolitar está num verdadeiro paraíso. Divide uma praia caribenha com Terese, uma mulher deslumbrante que acabou de conhecer – uma forma perfeita de se recuperar da perda recente de uma amiga querida. Seu retiro é interrompido por Win, seu amigo e parceiro em inúmeras investigações. Ele não traz boas notícias: um dos clientes mais antigos de Myron, o problemático Clu Haid, arremessador dos Yankees, foi assassinado e a principal suspeita é Esperanza, melhor amiga e sócia de Myron. De volta a Nova York, Myron está determinado a provar a inocência de Esperanza, mas os obstáculos são maiores do que imaginava. Para desvendar o crime, Myron terá de encarar o submundo nova-iorquino e abrir feridas antigas que podem ser o seu fim. Com reviravoltas, cenas e diálogos inesquecíveis, temperados com um delicioso humor, Detalhe final tem tudo o que fez de Harlan Coben um fenômeno literário e vai surpreender o leitor até a última página.

Já contei isso em uma outra resenha do autor, mas vou repetir. Sempre fui muito fã desse homem e o idolatrei, até que em uma das resenhas que postei, um leitor disse que COBEN sempre escrevia só sobre a mesma coisa: gente desaparecida. Daí em diante passei a prestar mais atenção em tudo e tive a infeliz percepção de que esse leitor estava com a razão, e pior, passei a ficar meio chateada por só ver esse assunto abordado pelo autor. Isso até me deparar com DETALHE FINAL.

A princípio a leitura foi revigorante, pois não tinha gente desaparecida! OMG, era um enredo do COBEN totalmente diferente! A vítima não tinha sumido, desaparecido, sido sequestrada, escondida, etc... Tínhamos uma vítima assassinada e uma busca por um assassino. Putz, super diferente para os padrões do COBEN, e claro que isso me alucinou. Mas não demorou para a empolgação inicial passar. Adivinhem por quê? Sim! De repente apareceu uma pessoa desaparecida no enredo. E sim, eu fiquei putíssima! Afff... Daí para o fim foi só decepção...

DETALHE FINAL foi um livro cheio de mesmices:
- Pessoa desaparecida – confere
- Myron dando lição de moral no Win – confere
- Diálogos que tentaram inserir temas atuais – confere
- Myron sendo reconhecido como deus do basquete – confere
- Myron se lamentando por mulher - confere
- Myron sendo chato e fazendo mimimi - confere
- Myron querendo ser o foda - confere
- Myron querendo ser o bonzinho mais legal do mundo - confere

Pois é, vocês já devem ter lido tudo isso em algum outro livro dessa série, e sim, tudo foi igual, de novo! Fico POSSESSA com essa coisa de todo mundo conhecer/saber quem é o Myron, mesmo fazendo mais de 10 anos que ele abandonou as quadras. Não sei se americanos são alucinados por basquete, mas a sensação que tenho é que COBEN tenta dar uma importância enorme e desnecessária ao personagem, que aliás, está me cansando!

Não aguento mais ele ficar expondo os pontos negativos de Win. Coisa chata! Sempre a mesma coisa! E parece que ele faz isso para parecer grandioso e cheio de princípios ao lado do amigo, que, para mim, é quem anda salvando a série e deixando ela com um tom ácido de humor e com cenas boas de ação, porque, se dependesse só do Myron, já tinha abandonado, pois não aguento mais o cara querer se passar por bom moço e ficar depreciando o amigo para parecer melhor que ele e com mais caráter e moral. Ou seja, Myron é pedante, nada mais.

Outra coisa insuportável é a relação dele com mulheres. Afff, filho, vai se tratar. Trocentas mulheres e ele fica sempre se lamentando. Pior, está sempre dando uma “comida” aqui e ali, e mesmo assim tenta se passar por um homem super correto. Faz-me rir, querido, faz-me rir!

E os diálogos desse livro? INFINITOS! E chatos! Tem uma parte sobre seios que por Deus!, como foi cansativa e IDIOTA! Myron é um cara meio ridículo em relação ao que é diferente e até bem quadrado, quando é conveniente a ele, claro. Pior é que COBEN tenta inserir os diálogos com temas atuais, que estão em voga, como bissexualismo, mas o tema simplesmente NÃO combina com o personagem. Devia deixar essa área só para Esperanza, mas não, Myron teve que dar um pitaquinho também.


Enfim, não é o primeiro livro do Myron que me decepciona e acho que preciso dar um tempo com o personagem. Tudo que COBEN apresenta em relação a ele é mais do mesmo, e passo a ficar com a sensação de que se li um, li todos. Dei 3 estrelas porque gostei da forma como o crime foi desvendado e tudo que foi exposto, mas foi só o que salvou nesse enredo. DETALHE FINAL foi decepcionante! Entrei em férias em relação ao Myron. Preciso de livros do COBEN sem a super, mega, hiper estrela do basquete - que nunca foi profissa (¬¬) - mas é reconhecido, adorado e idolatrado por todos.


9 de novembro de 2015

CAIXA DE CORREIO #222



Boa noite, pessoal!

Estou atrasada com o post da CAIXA DE CORREIO, mas vamos que vamos ^^

CORTESIAS:


- TRILOGIA ANÔMALOS – Bárbara Morais (Ed. Gutenberg). Eis que chega uma caixa enorme aqui em casa e eu quase morro. Pedi o primeiro livro da trilogia para ver se iria gostar e recebi logo a série toda <3 Ai... AMO editoras que mimam a gente, rs.
- AMOR AMARGO – Jennifer Brown (Ed. Gutenberg). Não li o primeiro livro da autora, mas sei que sempre foi muito comentado, então quero ler esse o mais breve possível. Sei que falei que o blog mudaria de rumos e que os livros para jovens seriam abandonados e apareceriam de forma esporádica, mas dizem que a BROWN é uma autora que tem o que dizer e que não envolve esse universo em mimimi amoroso e só, vamos ver se é verdade mesmo.



- ENDGAME: A CHAVE DO CÉU – James Frey e Nils Johnson-Shelton (Ed. Intrínseca). Estava doida por esse segundo livro, foi minha única leitura da semana, mas... Vocês vão conferir o que achei ao final do post.

- SR. HOLMES – Mitch Cullin (Ed. Intrínseca). Sim, odeio o Sherlock, mas como resistir a um livro com Magneto na capa? Claro que estou ansiosa!!


- A MENTIRA – Helen Dunmore (Ed. Nacional). Drama que se passa na primeira guerra. Louca para ler: (   ) sim (   ) claro


- DETALHE FINAL – Harlan Coben (Ed. Arqueiro). Adoro Coben! Será minha leitura de hoje


TROCAS:


- A NONA CONFIGURAÇÃO – William Petter Blatty (Ed. Agir). Estava louca por esse livro \o/ autor de O EXORCISTA, gente! <3


LI NA SEMANA QUE PASSOU:
Semana passada li apenas um livro


1.     ENDGAME: A CHAVE DO CÉU –  James Frey e Nils Johnson-Shelton (Ed. Intrínseca)
NOTA NO SKOOB: 3 estrelas
Chegou na quarta e passei o resto da semana inteira lendo esse livro. A razão? Estou desmemoriada, pois não conseguia lembrar de praticamente nada do outro livro, o que fez com que essa sequência parecesse meio chatinha e arrastada. Mas a resenha vai ao ar nessa semana e vou explicar com mais detalhes o que aconteceu.

E a semana de vocês, como foi? O que planejam para esta?


8 de novembro de 2015

PROMOÇÃO: REVIVAL - Stephen King (Ed. Suma de Letras)



Boa tarde, pessoal!

E vamos para o sorteio desse domingo.

Em parceria com a editora SUMA DE LETRAS, vamos sortear um exemplar de REVIVAL do STEPHEN KING. \O/

 


Quem ainda não conferiu a resenha, é só clicar AQUI.

Para concorrer ao exemplar é muito fácil!

Basta seguir as regras no formulário do Rafflecopter e ter endereço de entrega no Brasil

O sorteio vai até 29/11/2015 e o vencedor terá 48 horas para fornecer os dados de envio.

O envio será feito pela editora em até 45 dias.

O blog e a editora não se responsabilizam por eventuais extravios dos correios.

a Rafflecopter giveaway

7 de novembro de 2015

RESENHA: REVIVAL - Stephen King (Ed. Suma de Letras)



Boa noite, gente!

A resenha de hoje está saindo no sábado porque amanhã tem sorteio desse livro INCRÍVEL para vocês. Claro que estou falando do novo livro do mestre KING lançado pela SUMA DE LETRAS: REVIVAL.

RevivalREVIVAL
STEPHEN KING
Editora: SUMA DE LETRAS              
Ano: 2015
Nº págs: 376
Gênero: Drama, Suspense, Terror

SINOPSE: Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes. Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade. Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.

Vocês sabem que sou fã desse homem e que adoro os livros dele, mas acreditem, não vivo apenas de “puxa-saquismo” quando falo de suas obras. Obviamente, tenho tendência a idolatrá-las, mas vez ou outra as odeio, e algumas consigo enxergar o que não me cativou tanto no enredo. E sei dizer exatamente o que não me conquistou em REVIVAL: as passagens “assustadoras” ou que eram para assim ser. Talvez por já saber do que se tratava a obra, por ter lido a dedicatória dele, e por perceber o que iria acontecer com o personagem do pastor após a tragédia, tive um palpite, errôneo, confesso, sobre os caminhos pelos quais a obra iria enredar, justamente por isso não tive medo.

Mas esse não foi o primeiro livro do KING em que considerei o fator medo como zero e mesmo assim o considerei brilhante, isso já aconteceu com outros, mas REVIVAL me pegou de jeito por falar de um tema que adoro: religião. Como não sou religiosa, adoro livros em que os autores a exploram e a colocam sob o ponto de vista de diversos personagens, e foi o que aconteceu em REVIVAL; e foi por isso que, ao menos para mim, esse foi um dos livros mais grandiosos do mestre.

KING tem vários tons para falar do assunto: sarcasmo, ironia, humor. E não sei qual o meu preferido. Além da questão da religião, ele aborda o assunto da fé, que para mim são coisas diversas, e percebi que pelo ponto de vista dos personagens também, afinal, podemos ter fé em várias coisas e entidades, não apenas Deus. Acreditar é preciso, mas cada um deve ser livre para escolher em que acreditar e o quanto.

Apesar de as passagens sobrenaturais não assustarem, elas foram, sim, divinas e absolutamente pertinentes ao enredo, mas, mais uma vez, o que se sobressaiu em REVIVAL foram os personagens. Sempre falo isso e vou repetir: KING tem o dom magnífico de humanizar seus personagens, sempre consegue fazer com que sintamos que tudo aquilo que o sujeito conta poderia estar saindo da boca de um conhecido nosso. E pior, esse personagem sempre consegue fazer com que soe real, por mais absurdo ou fantasioso que pareça, e isso é uma coisa que me espanta nesse homem.


Mas não foi apenas isso que me espantou em REVIVAL. Muitos fãs do mestre criticam seus finais e dizem que eles não são condizentes e não têm a mesma excelência de toda a história, mas nesse caso TEM! E como tem! O desfecho me assombrou pelo quanto me surpreendeu. Desde o início da história, por causa das dicas e da dedicatória, supus que a ideia do pastor era algo de muito famoso que já aconteceu na literatura, e apostei todas as fichas nisso, um tanto quanto frustrada, admito, pois apesar de estar adorando o livro não gostaria de ver KING repetindo um grande clássico, apesar de odiar o clássico em questão, rs. Mas não, quando chegou ao final, KING desenvolveu algo completamente diferente e jamais imaginado por mim, algo que me fez vibrar e continuar com a minha certeza: ele é o cara! E esse cara é MUITO, MUITO, MUITO foda! Quem ainda não leu, deveria fazer isso IMEDIATAMENTE!